segunda-feira, 12 de maio de 2008

Sahara Ocidental:Promover a cultura e arte nas provincias do sul

Os dias culturais de Boujour: Em prol de uma acção cultural rica e sustentàvel

Boujourd, 10 de Maio - Os três dias de cultura na cidade de Boujdour organizados nos dias 7 e 10 de mês corrente constituíram uma ocasião para debater dos meios susceptíveis de desenvolver uma nova dinâmica na cena cultural e artística a nível local e de indicar as potencialidades naturais, económicas culturais e turísticas que esta província detem.

Os participantes às diferentes actividades celebradas dentro do marco de esta manifestação, organizada por iniciativa da delegação provincial da cultura, foram unânimes a sublinhar a necessidade de conjugar os esforços dos intervenientes e reunir as condições e os meios necessários para erigir uma acção cultural, permanente, rica e diversificada à imagem da dinâmica de desenvolvimento que conhece a província de Boujdour em todos os domínios.

Estes dias foram marcados por uma serie de actividades culturais e artísticas, das quais uma conferência foi proferida sobre a educação arte plastica e ateliers de iniciações às técnicas da pintura todo em proveito de alunos dos estabelecimentos escolares.
Uma exposição de obra de arte que agrupa telas realizadas por artistas plasticos de Laâyoune, Boujdour e Curtume Casca de carvalho foi organizada na margem destes dias culturais de Boujdour.

Esta exposiçào tem exposto quadros de artes do Salek Bourkouz, Fatema Anbar, Ahl Ndour, Asmaa Lamrini, e do Nourreddine Akhroub.
Fontes:
www.corcas.com
www.sahara-online.net
www.sahara-developpement.com
www.sahara-social.com
www.sahara-culture.com
www.sahara-villes.com

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

"Aujourd'hui le Maroc" Saara occidental:O Presidente do CORCAS declara: "é optimista"

Entrevista com o jornal "Aujourd'hui le Maroc"

Khalli Hanna Ould Rachid, nomeado recentemente o presidente do Conselho Real consultivo para os asssuntos sarianos, é persuadido que o projecto de autonomia colocará fim as pretensões dos separatistas.

ALM: Como acolheram a vossa nomeação na cabeça do Conselho real consultivo para os negócios sarianos?

Khalli Hanna Ould Rachid: Sou honrado muito a ser designado e encarregado pela Sua Majestade o Rei para esta nobre missão. Esta nomeação é para mim um imenso orgulho. Sempre chamou que os negócios do Sara sejam geridos pelos habitantes do Sara.

Consideram que é uma vitória para vocês?

A política nacional - como estipula-o a Constituição - é determinada pela Sua Majestade o Rei.

É a Sua Majestade o Rei que define ele mesmo a política que propõe-se pôr na prática.

Neste quadro, sou apenas um empregado da Sua Majestade. Tento preencher honestamente, fiel e lealmente as missões das quais sou encarregada. Por conseguinte, a vitória é a da Sua Majestade.

Como vêem a vossa acção prática como presidente do Conselho?

O Conselho real consultivo para os negócios sarianos é uma instituição que é definida pelo do Dahir real que fixa as missões e os objectivos que devemos preencher.

Primeiramente, o Conselho deve ocupar-se do desenvolvimento económico, social e cultural nas províncias do Sul. Em segundo lugar, deve defender o marocanidade do Sara a nível tanto nacional como internacional. É uma tarefa imensa que vamos realizar com professionnalismo, devoção e transparência com o conjunto dos intervenientes, ou seja os diferentes departamentos ministeriais, os conselhos elegidos, o conjunto da sociedade civil, os tribos, etc..

Etes sempre contra a ingerência que sempre qualificou-se de exagerado do ministério do Interior nos assuntos do Sara? As tarefas são agora claras. A sua Majestade o Rei tem muito definido. O Conselho está unido e ligado directamente à Sua Majestade.

É necessário dizer que o ministério do Interior é um departamento muito importante que se ocupa da administração territorial e que é ao mesmo tempo membro do Conselho, conjuntamente com o ministério dos Negócios estrangeiros, a Agência de desenvolvimento das províncias do Sul e diferentes walis e governadores das províncias sarianas.

Vamos trabalhar juntos de modo que o esforço nacional, que seja no domínio político, diplomático, económico, social ou cultural, seja orientado na mesma direcção que a Sua Majestade definiu claramente no seu discurso histórico do 25 de Março de 2006, por ocasião da visita real nas províncias do Sul.

Qual é a vossa posição sobre o projecto de autonomia sob soberania marroquina.
Ao vosso parecer, que deve gerir esta região autónoma: o Sahraouis do interior e de qual parte faz o Mohamed Abdelaziz Marrakchi e os seus aliados?

É uma pergunta prematura. Primeiro, o Conselho deve dar o seu parecer sobre o projecto de autonomia. Mas já, posso dizer que este projecto de autonomia é destinado ao conjunto do Sahraouis, onde se encontram que sejam nas províncias do Sul, nos campos de Tindouf, ou as também populações das províncias que se encontram na Mauritânia, na a Espanha ou noutro lugar.

O projecto de autonomia não se dirige a uma organização determinada, a uma associação precisa ou a uma parte dos habitantes, mas a todos os Sahraouis que sempre terem um lugar eminente dentro do Reino.

É um projecto credível, real, moderno e democrático. Além disso, é um projecto civilizado de gestão dos assuntos sociais políticos, económicos e. Este projecto de autonomia vai regular definitivamente o problema do Sara.

Nenhum Sahraouis honesto e patriótico terá mais um mínimo pretexto de dizer apenas que ele foi esquecido, excluído, ou marginalizado. O projecto de autonomia não permitirá mais a ressurgência de pretensões dos separatistas.

E uma das tarefas principais do Conselho é convencer o conjunto das populações sahraouies a aderir maciçamente ao sucesso deste projecto histórico. É optimista para a sequência dos acontecimentos.

A autonomia é uma boa coisa para o Sara, ou vai desentupir sobre a independência reclamada a calo e ao grito pelo Polisario?

A autonomia não é um passo para a independência. A autonomia vai reforçar a unidade nacional, a integridade territorial e obedece aos critérios democráticos de gestão do mundo moderno. O conjunto dos países europeus, que compõem a UE, é países descentralizados assim como os Estados Unidos, a Federação da Rússia, a China, a Índia, o Brasil e outros grandes países.

O Marrocos vai tornar-se um modelo de descentralização e gestão democrática dos negócios nacionais. Será um modelo para a África e o mundo árabe e muçulmano. Sejam claros, a autonomia é e mais uma garantia fundamental da adesão das populações referidas por este projecto para a coesão nacional, a unidade nacional, a integridade territorial e a soberania marroquina sob a condução suprema da Sua Majestade o Rei, fiador das instituições e a unidade do país.

Por ordem da Sua Magestade, iniciando primeira saída como presidente do Corcas numa missão, segunda-feira passada, à Smara. Como reagiram às agitações que conheceu esta província do Sul?

É um problema menor que foi regulado no acordo total entre as autoridades locais e as pessoas referidas por estes acontecimentos. É uma das primeiras tarefas do Conselho, que se saldou por um sucesso total.

O método que vamos seguir para regular este tipo de problemas é baseado no diálogo, no acordo e na transparência.

Fontes: MAP

Actualidade relativa à questào do Saara ocidental/Corcaso

O sítio político do Sara ocidental: http://www.corcas.com/
O sitio do Sara ocidental: http://www.sahara-online.net/
O sitio do Sara cultura: http://www.sahara-culture.com/
O sitio do sara social: http://www.sahara-social.com/
O sítio do Sara Cidade: http://www.sahara-villes.com/